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O Vento (Los Hermanos)
"Posso ouvir o vento passar Assistir a onda bater Mas o estrago que faz A vida é curta pra ver Eu pensei, que quando eu morrer Vou acordar para o tempo E para o tempo parar
Um século, um mês Três vidas e mais Um passo pra trás Por que será?
Vou pensar
Como pode alguém sonhar? O que é impossível saber Não te dizer o que eu penso Já é pensar em dizer Isso eu vi, o vento leva Não sei mais, sinto que é como sonhar Que o esforço pra lembrar É a vontade de esquecer E isso porque diz mais
Uh...Se a gente já não sabe mais Rir um do outro, meu bem Então o que resta é chorar E talvez, se tem que durar Vem, renasci do amor Bento de lágrimas Um século, três Se as vidas atrás São parte de nós E como será?
O vento vai dizer lento o que virá E se chover demais A gente vai saber, claro de um trovão Se alguém depois sorrir em paz Só de encontrar..."
Escrito por Sandman às 01h24
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Repost... porém, ainda atual...
"Me deixe odiar. Me deixe odiar o que não gosto, o que não creio, o que não vejo e o que simplesmente não conheço.
Me deixe odiar a chuva e o sol no mesmo dia, o belo e o feio; me deixe estar num meio termo.
Eu só quero odiar com palavras (e tomar cuidado nos poemas), pois com a alma é difícil. Quero odiar sem rima, métrica ou verso, só por acreditar que posso, sem ferir meu ego, mudar.
Me deixe odiar quem você ama (não sou eu); me deixe odiá-lo sem medo pois a única capacidade que não tenho é a de odiar você completamente."
Diego Filipe Araujo Alcântara
Pra ser sicnero eu já nem me impressiono mais com a repetição... sempre a mesma coisa... e a culpa é de quem!?
Escrito por Sandman às 23h11
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Quase Primavera
"Quase flores, quase aromas... quase amores!? Quase flores, quase rimas... quase dores!? Quase quase quase e eu!? Vou bem, obrigado, não morro há anos... só me 'desnudo' e mudo não mudo mas, ora, vejam, mudo, sempre acima de tudo. Quem sou não acabou, quem sou é o que é, mas não importa, são quase flores, quase recomeço, quase amores, quase primavera."
Diego Filipe Araujo Alcântara
Escrito por Sandman às 23h31
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Janela
"Uma foto que me fecha os olhos é o que você me oferece. Eu, tolo, olho como se olha pro espelho. Você = meu espelho. Eu = seu desencanto.
Um cheiro que me amarga o beijo é o que lembro mais claro. Eu, tolo, achei que podia ser quem eu nunca fui. Você = meu caminho. Eu = a pedra.
Uma sensação que me estraga o dia e torna a noite sem fim. Eu, tolo, achei mesmo que queria deixar o sol entrar. Você = o sol. Eu = uma janela fechada."
Diego Filipe Araujo Alcântara
Dedicado com carinho à minha atual ex-melhor amiga e espero, num futuro próximo, melhor amiga de novo...
Escrito por Sandman às 23h44
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Poema pra Ela
"E eu fico pensando: 'foi tudo em vão? tudo que você arriscou, o pouco que você me amou, foi tudo por nada?' Eu me mudei... em todos os sentidos. Eu aprendi muito, mas aprendi que, em mim, o que sei de ti são suposições. Sua chegada, nossos abraços... todas as lágrimas que estavam por vir. Suas poucas palavras, minhas muitas mãos (tão poucas), meus pequenos erros (tão infantis). A paixão que senti transformada em carne, realidade, seu silêncio. Minha certeza... sua confusão de sentimentos (solucionada). Minha felicidade... felicidade... Você... você... Meu 'eu te amo', seu 'e depois?' Os conselhor de meu pai... O que está havendo com você que não quer me ver!? Eu vou embora no domingo... pra você, parece que nunca estive aqui. Os conselhos da amiga e dos amigos me guiaram, mas, no fim, a decisão foi minha e eu decidi você... mas você escolheu à ele. Quem te pediu pra escolher? Eu!? Eu só queria, agora, saber o que houve... pra você. Este poema é pra Ela... mas qual deles não era!?"
Diego Filipe Araujo Alcântara
Poema escrito também em Camanducaia... hoje muita coisa mudou... sinto coisas diferentes que não me deixam escrever poemas... fiz coisas mais sérias do que a poesia pode suportar...
Escrito por Sandman às 04h08
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Um daqueles sem nome aparente
"Às vezes eu nem sei por que chorar... às vezes eu redescubro rápido.
Sentado: pois é a posição que meu corpo deixou-se ficar na cama que por tempos foi minha e agora não é mais, mas ainda assim conhece minhas dores.
Ouvindo a música: que não é nossa, nós não temos uma, você roubou toda a música de mim.
Bebendo: não é nada que me livre de mim, nada que me salve do que eu sinto, nada que mef aça esquecer você, mas algo que me faz dormir mais rápido.
Escrevendo um poema: porque nele te lembro e esqueço; nele me lembro e me perco... pois nele não há salvação... ... (não há salvação) ... pois no papel encontro o confidente silencioso que me conforta."
Diego Filipe Araujo Alcântara
Escrito por Sandman às 22h03
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Eu voltei... para casa!?
"Meus olhos não estão cansados de ver e minha poesia não quer parar de falar. Meus ouvidos não estão cansados de ouvir e minha poesia sempre me revelará.
Um poema dura o tempo de uma página e o tempo se rende ao infinito do poema pois uma página é pouco para conter as palavras e as lágrimas guardadas em cada letra.
Na página em branco, brincadeiras com estrelas, luas, planetas e universos, e poços sem fundo que guardam a verdade, aquela que salva e que sempre procuramos.
Imaginar o impossível é o ofício, faço dele um caminho que trilho sozinho, na esperança de encontrar na curva de um clichê o verso certo que me traga o que desejo: você!"
Diego Filipe Araujo Alcântara
Um poema escrito ainda em Camanducaia (tenho alguns deles aqui), um lugar onde velhos conflitos se resolvem... outros não... e outros apenas dão as caras, sem solução ou derrota... E vamos em frente... Vida nova outra vez!?
Escrito por Sandman às 22h16
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