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Há tempos não fazia isso:
Entrar aqui no blog e escrever por escrever, sem nenhum compromisso moral, sexual, transversal ou diametralmente oposto à tudo o que acredito ser viável e (im)provável de ser concretizado ou apenas levemente cimentado. O que tenho sentido ultimamente, na verdade verdadeira verdadeiríssima de todas as coisas, mesmo que isso perigue não existir (ou o neologismos não existam, talvez), é um sentimento de não sei definir agora, entendem!? Como sempre eu acho escrecho debocho... Não precisa ser fácil de entender, ou melhorpiorsemdor, nem precisa ser entendido, afinaldizimaldesigual, escrevo pra eumimmesmo entender, ou melhorpiorsemdor, nem precisa ser entendido, afinaldizimaldesigual, escrevo pra eumimmesmo entender, ou melhorpiorsemdor, nem precisa ser entendido, afinaldizimaldesigual, escrevo pra eumimmesmo entender, e torna-se assim um círculo vicioso ocioso demasiado gostoso de se produzir em série. Um ponto final é sempre um final do que nunca acaba, usando de um cliochê antítese paradoxal conhecida por todos. Vamos ver... hummmm... dois... acho que paro por aqui porque se não me controlo decolo, exato, rebolo adoro, tudo quanto me for desnecessário é mais necessário pra viver porque viver é desenhar sem borracha e blablablá... Cada uma... Querem saber!? Quem usa citações não sabe o que dizer e isto é claro e, pra ilustrar isso, cito Mário Quintana:
Quem Ama Inventa
Quem ama inventa as coisas a que ama... Talvez chegaste quando eu te sonhava. Então de súbito acendeu-se a chama ! Era a brasa dormida que acordava...
E era um revôo sobre a ruinaria, No ar atônito bimbalhavam sinos, Tangidos por uns anjos peregrinos Cujo dom é fazer ressurreições...
Um ritmo divino? Oh! Simplesmente O palpitar de nossos corações Batendo juntos e festivamente, Ou sozinhos, num ritmo tristonho... Ó! meu pobre, meu grande amor distante, Nem sabes tu o bem que faz à gente Haver sonhado... e ter vivido o sonho!
Mário Quintana
Bem, por hoje é só criançada, amanhã aprenderemos como atravessar a rua olhando para os dois lados para não sermos atropelados mortos e jogados numa mesa fria de necrotério sem nenhum carinho exterior...
Escrito por Sandman às 00h14
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Nenhum título salvaria este poema
"Por que te odiar se é mais fácil te amar com palavras?
Por que te esquecer se é tão fácil lembrar?
Por que me afastar se a música não me deixa ir pra mais longe?
Por que te confundir se é mais justo só pensar em te ter?
Afinal, por que te amar se é mais fácil te querer?
E por que te querer se sei que nunca vou te ter?"
Diego Filipe Araujo Alcântara
E feliz aniversário para mim!!!
Escrito por Sandman às 05h13
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