"O vento bate a porta do quarto, mesmo vento frio que te sopra pra embora. Eu o ignoro e na ânsia de mais um pouco de si te persigo. Chove e a chuva te escorre; lânguido que sou não te bebo, tenho medo; prolongamentos infinitos dos momentos de despedida. O vento não abre portas e a chuva não seca dores. Afelicidadeétãocurtaquantoexiste! Mas o vento foi forte e minha personalidade, marcante: encontro abrigo na calça jeans mais velha e no rancor do rival mais próximo. Vou enumerando os poemas que não te escrevi."